Sábado, Fevereiro 10, 2007
Terça-feira, Dezembro 26, 2006
Perdido à entrada do Labirinto

Um ano que passa...
Já um ano? Só um ano? Tudo num ano? O tempo é sempre relativo.
O ano em que o mundo deu a volta. Não o Mundo, mas o mundo.
O meu mundo, onde se interceptam outros mundos paralelos.
A vida, a minha, a tua, as vossas, onde as linhas se cruzam e formam um emaranhado confuso, de riscos...
Pode ser que me perca para te encontrar.
Ou te encontre para me deixar perder.
Ou talvez caminhemos simplesmente lado a lado, em linhas paralelas, onde não nos conseguimos ver, mas já se distinguem os contornos, ainda imprecisos.
Talvez já estejamos lá, sem sequer saber que estamos! O absurdo vence sempre a lógica.
Se fechar os olhos, julgo já conseguir sentir o calor da tua mão...
Estás no outro lado do Espelho, eu é que ainda não consigo ver.
Estou perdido à entrada do Labirinto....só mais um passo em frente...
Ao novo ano!
Segunda-feira, Dezembro 11, 2006
Sexta-feira, Dezembro 01, 2006
Um não estar, estando...

Estavas lá...mas não estavas.
Ou eu não estava lá...ou estava?
Estavas, mas era como se não estivesses.
Ou então eu não estava lá para ti.
Ou talvez estivesses tu dentro de mim...
Ali é que não estavas, nem tu, nem eu.
As almas é que não estavam lá.
Novamente sozinhos, eu agradavelmente tranquilo...
Tu? Não sei.
Quarta-feira, Novembro 29, 2006
Terça-feira, Novembro 21, 2006
Where is my mind?

É por não te ter agora aqui que sei que te quero.
É por te sentir longe que te quero perto.
O meu corpo estende-se na cama, nos momentos frios antes do sono, e anseia pelo teu abraço que me venha fazer despertar.
Andamos em voltas paralelas na mesma esfera, onde o acaso nos faz encontrar.
Riscos que se cruzam e entrecuzam na confusão. Tens fios de mais a prender-te os gestos.
Sendo eu o sol e tu a noite que traz a escuridão, não percebes que também ela tem brilho...o da lua.
Onde procuras agora o amor? Ainda procuras alguma coisa?
Não sei ainda bem quando partiste ou se ainda estás por aí, distante estás de certeza.
Tens o tempo desse cigarro acabar para partires, sem olhar.
Leva o teu toque que ainda paira sobre mim, preciso dos poros livres para sentir outros toques, outros sabores, de uma boca que não a tua.
Mas...fica...




